SEJA BEM VINDO

Desde 1998 oferecendo o melhor serviço de lavagem e manutenção de Big Bags em total harmonia com o meio ambiente

Comércio

Todos os Big Bags são lavados, revisados.
As Manutenções são efetuadas de acordo com as normas específicas

Serviços

Total harmonia com o meio ambiente, cumprindo com grande responsabilidade a legislação ambiental

Logística

Nosso grupo trabalha de acordo com a legislação brasileira, seguindo todas as regras e orientações.

Saiba mais sobre nossa Empresa

Meio Ambiente

Temos uma unidade de destruição de passivo ambiental (Moagem) de big bags licenciada

NOTÍCIAS

  • VÍDEOS: TEM Notícias 2ª edição de Bauru e Marília desta sexta-feira, 14 de dezembro

    Assista aos vídeos do telejornal com notícias do Centro-Oeste Paulista Assista aos vídeos do telejornal com notícias do Centro-Oeste Paulista

  • Professor da Unesp de Bauru explica critério para expulsão de 27 cotistas: 'Conceito de fenótipo'

    Presidente da Comissão para Assuntos Étnicos e Raciais diz que conceito aborda características observáveis como cor da pele, cabelos e olhos e que é a forma mais adequada para avaliar a autodeclaração. Cinco expulsos estudavam em Bauru e Botucatu. Dos 27 alunos expulsos pela Unesp em todo o estado, três são do campus de Bauru TV TEM/Reprodução Logo após a Universidade Estadual Paulista (Unesp) ter anunciado nesta sexta-feira (14) a expulsão de 27 alunos que teriam se autodeclarado negro ou pardo de forma inválida para conquistar uma vaga por meio do sistema de cotas, o professor Juarez Xavier, do campus de Bauru (SP), defendeu os critérios usados na medida. Presidente da Comissão Permanente para Assuntos Étnicos e Raciais da Unesp, Xavier acredita que a utilização do conceito do fenótipo, que são as características observáveis como cor da pele, cabelos e olhos, é a forma mais adequada para se avaliar a validade de uma autodeclaração. “A ideia que sustenta a utilização do fenótipo como critério para essa questão das cotas é a de que quanto mais escura a pele da pessoa, mais preconceito e discriminação ela sofreu e sofre socialmente”, defende o professor. Unesp expulsa 27 alunos cotistas após apuração constatar que não eram negros ou pardos Dos 27 alunos que tiveram seus nomes divulgados no Diário Oficial do Estado como desligados da Unesp por suposta invalidade na autodeclaração de raça, cinco são do Centro-Oeste Paulista – três do campus de Bauru e dois do de Botucatu. Os demais são das unidades de Araraquara (7), Araçatuba (4), São José dos Campos (3) e Ilha Solteira, Registro, São Paulo e Litoral (com dois em cada uma). Neste ano, 50% das vagas da Unesp oferecidas foram destinadas a alunos da rede pública de ensino e, desse total, 35% reservadas ao sistema cotas para pessoas que se autodeclararam pretas, pardas ou indígenas. Professor Juarez Xavier integra Comissão Permanente para Assuntos Étnicos e Raciais da Unesp: ato é administrativo, sem processo judicial TV TEM/Reprodução Com base em decisões do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional do Ministério Público, a Unesp criou uma comissão de averiguação de cotas com base no fenótipo dos alunos que se beneficiaram do sistema. Em 2016, essa comissão começou a receber denúncias de supostas irregularidades que foram investigadas ao longo de dois anos. Esses 27 estudantes desligados não teriam se enquadrado nos critérios usados pela Comissão de Averiguação. Xavier, que é também o presidente da Comissão de Averiguação de Cotas da Unesp-Bauru, explicou que a decisão é um ato administrativo que também impede que os alunos atingidos prestem vestibular da Unesp por cinco anos. Ainda segundo ele, a universidade optou por não processar judicialmente os alunos expulsos na área cível. ‘Atitude egoísta’ A estudante Jessica Ferreira é estudante do segundo ano de jornalismo na Unesp-Bauru e entrou na universidade pelo critério de cota racial. Ela afirma que o processo que culminou nas expulsões ganhou força após denúncias que partiram dos próprios colegas que não concordavam que pessoas não-negras ou pardas frequentassem as aulas com base no critério de cotas. “Além de ser crime de falsidade ideológica, a autodeclaração falsa é uma atitude egoísta, feita por pessoas que não entendem como é errado tirar uma vaga que não seria dela” diz Jéssica. Para ela, a medida é justa e vai atender quem mais precisa do sistema de cotas. “Foi um ato importante tanto para os negros universitários, mas também um progresso para o povo preto brasileiro, já que o sistema de cotas é uma questão que está ligada ao conceito de justiça social”, completa a estudante. Jessica Ferreira, estudante cotista de jornalismo, vê egoísmo na falsa autodeclaração: "Eles pegaram uma vaga que não seria deles" TV TEM/Reprodução Veja mais notícias da região no G1 Bauru e Marília.

  • Empresário e suspeito de tráfico são presos em Marília com quase R$ 20 mil em caminhonete

    Foram apreendidas também 10 munições e uma arma com numeração raspada. Suspeito de tráfico era considerado foragido. A Polícia Militar prendeu um empresário e um homem suspeito de tráfico de drogas na quinta-feira (13) em Marília (SP). Os dois estavam em um veículo que foi abordado na zona norte da cidade. Dentro do veículo, os policiais militares apreenderam uma arma de fogo com numeração raspada e R$ 19,4 mil na caminhonete, que estava em estacionamento da Avenida República. Dez munições também foram localizadas no veículo. Segundo o boletim de ocorrência, a dupla ignorou uma solicitação de parada da polícia fugiu até o estacionamento, onde foram interceptados pela polícia. O empresário assumiu propriedade da arma, porém não tinha autorização e não informou a procedência ou o que estava fazendo com o revólver no local. A dupla foi conduzida até a Central de Polícia Judiciária de Marilia, onde foi ratificado o flagrante. O suspeito de tráfico foi preso porque estava foragido e o empresário pela posse ilegal de arma de fogo. Os dois permanecem à disposição da Justiça. Veja mais notícias da região no G1 Bauru e Marília.

LEGISLAÇÃO